quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Tarefa nº 08/2012 - Um dos momentos culturais em potencializar talentos no Chapéu do Sol...canto e instrumentos.





PROJETO O NOSSO SOM 
REGIÃO SUL




Participando do Curso de Musicalização para Professores de Jardim da Assessoria Musical, Pedagógica e NEFCEI[1], na SMED, no período de 29/05/2012 a 12/07/2012, como as outras escolas participantes deste nos instrumentalizamos para dar conta da Lei nº 11.769, de 18 de agosto de 2008, que determina a obrigatoriedade do ensino de música em todas as escolas do país, a partir de 2012.


Na busca de aperfeiçoamento, aproveitei a oportunidade de formação da SMED para me atualizar nos conceitos e vivências musicais. Fiquei duplamente satisfeita, quando reconheci o nome da ministrante, a professora Suzete Wortmann Rocha, que havia sido minha mestra no Curso Normal, no Colégio Santa Teresa, em 2005. Foi muito bom reencontrá-la em sala de aula. Como fica mais tranqüilo e pertinente nos cercarmos de pessoas que tem muito a nos propiciar e, de fato, “fazer música com a Susi” é muito mais um prazer do que obrigação. Parabéns pela iniciativa e comprometimento.

A música como conteúdo obrigatório em toda a Educação Básica, que objetiva desenvolver a criatividade, a sensibilidade e a integração dos alunos a sua realidade e ao meio em que vivem, sendo trabalhada de forma interdisciplinar ou multidisciplinar em escolas (Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação).

Não é uma tarefa fácil, razão que me levou a investir neste curso noturno oportunizado para a Rede de Ensino Municipal. Como em minha escola não havia uma equipe mutildisciplinar atuando, na ocasião, tive a autonomia e iniciativa de incluir esse conteúdo em meu planejamento pedagógico. Atenta a formação integral do indivíduo, incluir esse estudo propicia a construção de valores culturais, difunde o senso estético, promove a sociabilidade e a expressividade, introduz o sentido de parceria e cooperação e auxilia o desenvolvimento motor, pois trabalha com a sincronia de movimentos. A música estudada em sala de aula contribuiria para que a criança expresse emoções que não consegue expressar com palavras – estimulando os sentidos, as emoções e a própria mente; ela faz bem para a autoestima do estudante e estimula a criação.

Intentando aprender as noções básicas de música, dos sons de instrumentos, de cantos, ritmos (regionais e folclóricos) para, assim, reconhecer a diversidade cultural do Brasil, o que me possibilitaria executar as tarefas decorrentes do curso com a minha turminha – uma das atribuições básicas para se ter a certificação. Esses exercícios com os alunos foram postados no educainsom.blogspot.com.br da SMED, ao longo das atividades, com prazo final para 31/07/2012.

Para a surpresa das participantes, ao final do curso, foi comunicado que haveria uma seleção de obras para a gravação de um CD, através de uma Comissão Julgadora do órgão, entre 1º a 05/08/2012. As professoras responsáveis pelas obras selecionadas seriam convocadas para uma reunião obrigatória, na qual iriam tratar de seus pormenores (ensaios, gravação e local de lançamento).

Em meu projeto privilegiei a realidade simbólica dos alunos, priorizando o capital social trazido pelas crianças para que seja ampliado em nossos exercícios cotidianos. Iniciamos com instrumentos feitos pelos alunos com sucata, aquilo que dispúnhamos em sala de aula e um ou outro material que eu via alguma possibilidade de som. Podemos fazer música na mesa, no chão, na cadeira, com um lápis e uma borracha e até mesmo com um corpo. A musicalidade está dentro de cada criança, de cada um de nós, nascemos com ela!

Vivenciando a música, por meio de trabalhos corporais que desenvolvem a atenção e a coordenação motora, de forma lúdica e coletiva, as crianças confeccionaram instrumentos, não só ouviram música, cantaram, tocaram, como também produziram esses versos de incrível sonoridade e protagonismo:

Hora de brincar

É hora, é hora,
É hora de brincar,
É hora... (bis)

No pátio tudo é magia.
Leva a gente a viajar,
Por lugares diferentes
É hora da gente brincar!

É hora, é hora,
É hora da gente brincar,
É hora... (bis)

Nesse lugar preferido,
Rola a imaginação.
Tudo de bom é permitido,
Pois tem muita diversão!

É hora, é hora,
É hora da gente brincar,
É hora... (bis)

No pátio tudo é magia.
Leva a gente a viajar,
Por lugares diferentes
É hora da gente brincar!

É hora, é hora,
É hora da gente brincar,
É hora... (bis)


Fiquei muito satisfeita quando soube, pela vice-diretora Edianie, que havíamos sido selecionados com uma das duas músicas que compomos especialmente para o evento (o nosso tema, sorteado em aula, foi sobre o brincar). A própria direção não desse curso que eu estava fazendo à noite, e nem o quanto repercutiria na minha turma, na escola e na REM.

Contudo, eu diria que acompanhar as crianças nessa caminhada de ensino-aprendizagem foi impagável, inenarrável, singular: ver aqueles olhinhos brilhando, quando disponibilizei os instrumentos musicais da escola, após termos realizado a experiência com os instrumentos de sucata, termos vivenciado diferentes musicas do folclore infantil, as cirandas, os ritmos; de termos ouvido musicas de outras regiões e visto em revistas suas brincadeiras; de nossas rodas de diálogo e discussões (como só os “indiozinhos do JB3” sabem fazer); depois de nominar e enumerar os instrumentos que conhecíamos e de ver alguns outros que não sabíamos o nome; de “batucar” nas mesas paredes, no chão, nas cadeiras, “agitamos” nossa sala de aula, o pátio; foi um “auê”, um evento, uma grande euforia, com mudanças em hábitos e atitudes positivas, um aprendizado de peso.

Atualmente, vivemos uma grande expectativa, estamos ensaiando quase que cotidianamente, porque teremos a gravação com as crianças, em estúdio, em 02 de outubro. Sem falar na organização da apresentação do nosso som – a música “É hora de brincar” – no show de lançamento do CD, em 23/11/2012, que será aberto ao público (pais, alunos, professores e funcionários e toda a grande família da comunidade escolar). Estamos contando com todos, será um dia de festa!


Profª ISAURA SILVA BARBIERI
isaura.barbieri@yahoo.com.br
Referência da Educação Infantil
Turma JB 3 – 2012/2
EMEF Chapéu do Sol – Belém Novo
Região Sul de POA.



[1] NEFCEI - Nível de Educação Infantil da Secretaria Municipal da Educação de Porto Alegre.

domingo, 14 de outubro de 2012

Realização do Festival Regional Brasileiro no Chapéu do Sol...


Na sala de Múltiplas, apoio dos estudantes da C20 e C30, organização da Exposição Regional Brasileira com um tapete imenso verde, representando o nosso País Maravilhoso com objetos típicos de cada região brasileira, bem como dados característicos; bonecos desenhados retratando as vestimentas de cada região, nos quais os participantes interagiram; disponibilidade dos dicionários com as expressões para manuseio; edição de filmagem com o material elaborado de base para o trabalho, apresentado na TV; e, a degustação das comidas típicas na Feira Culinária Regional. 


Na quadra coberta, apresentação das danças típicas de cada região brasileira 
pelos estudantes das Turmas A20 e B20.

                               

Entrega dos Souvenirs (Bolsa costumizada com ilustrações de cada região brasileira 
e exemplar do Dicionário Regional) a Comunidade Escolar, bem como realização 
de diversas atividades, como: apresentações (Dança Gauchesca com a parceria da EMEF Ildo Meneguetti e o Grupo de Capoeira Nação), brincadeiras (parceria com a Escola Aberta acompanhando o Touro Mecânico, Fla-Flu, Bolita, Corrida de Cavalo, Ping-Pong). 
E o acolhedor dos participantes nos momentos de grande envolvimento foi o Professor de História César, anunciando as apresentações e o sorteio dos souvenirs com perguntas sobre a 
Cultura no nosso Estado Rio Grande do Sul.


Em sala de aula, apreciação da dramatização do diálogo regional 
com os estudantes da C20 e convidados os estudantes das Turmas JB e A10.

Preparação para realização do Festival Regional Brasileiro no Chapéu do Sol...

7.1) Ensaio das Danças Regionais 
(apoio das Professoras de Danças Fernanda e Isabel;
e, o Professor de Capoeira Henrique - Mais Educação)




 7.2) Criação do Diálogo Regional e do Cenário
(apoio da Professora de Língua Portuguesa Albertina e
Professora de Arte-Educação Claúdia Bruno)



7.3) Feira Culinária Regional 
(apoio das Fadinhas da Cozinha)


7.4) Souvenirs Regional Brasileiro - dicionário e bolsas costumizadas 
(apoio da Professora de Arte-Educação da EJA Sílvia)

                                           

7.5) Decoração da Exposição do Festival Regional Brasileiro 
(apoio da Equipe Diretiva e Grêmio Estudantil Chapéu do Sol, Professora de Matemática Clarissa, Professora de Arte-Educação Claúdia Bruno, Professora de Geografia Ana Fagundes, Professora Patrícia Russo do LIAU e todos(as) que emprestaram objetos regionais para exposição)



 

Tarefa nº 07/2012 - Festival Regional Brasileiro no Chapéu do Sol...

Nos meses de agosto e setembro, a Equipe Chapéu do Sol pesquisou as cinco Regiões Brasileiras em livros e sites na sala de informática, elaborando um material de base para organização do Festival Regional Brasileiro no Chapéu do Sol a ser realizado no sábado de 29 de setembro. Todos(as) os(as) professores(as) e estudantes se envolveram muito na concretização deste evento.







7) FESTIVAL REGIONAL BRASILEIRO

7.1) Dança
Regiões Brasileiras
Danças/ Ritmos
Sul
· Fandango (PR, RS) – o termo Fandango designa uma série de danças populares -chamadas “marcas”. No Paraná, os dançadores, executam as variadas coreografias: Anu, Andorinha, Chimarrita, Tonta, Cana-verde, Caranguejo, Vilão de Lenço, Xarazinho, Xará Grande, Sabiá, Marinheiro, etc. O acompanhamento musical é feito com duas violas, uma rabeca e um pandeiro rústico, chamado adufo. As coreografias das “marcas” paranaenses constam de rodas abertas ou fechadas, uma grande roda ou pequenas rodas fileiras opostas, pares soltos e unidos. Os passos podem ser valsados, arrastados, volteados, etc., entremeados de palmas e castanholar de dedos. O sapateado vigoroso é feito somente pelos homens, enquanto as mulheres arrastam os pés e dão volteios soltos. No Rio Grande do Sul, o Fandango apresenta um conjunto de vinte e uma danças, com nomes próprios: Rancheiro, Pericom, Maçarico, Pezinho, Balaio, Tirana-do-lenço, Quero-mana, Tatu, etc. O acompanhamento musical é feito pelo acordeão, chamado “gaita”, e pelo violão. A coreografia recebe nomes também distintos – “Passo de juntar”, “Passo de marcha”, “Passo de recurso”, “Passo de valsa”, “Passo de rancheira”, “Sapateio”, etc.
Norte
· Dança do Maçarico (AM) – apresenta música saltitante com coro alegre e animado. Os dançarinos, organizados aos pares, desenvolvem uma coreografia constituída por cinco diferentes movimentos: “Charola”, “Roca-roca”, “Repini-co”, “Maçaricado” e “Geléia de Mocotó”. Os pares, ora enlaçados ora soltos, dão passos corridos para frente e para trás, de deslize laterais, volteios rápidos, rodopios ligeiros, culminando com uma umbigada. A música é executada em sanfona ou acordeão, viola, violão, rabeca, tambores pequenos pifanos.
Centro-Oeste
· Siriri (MT) - dança de pares soltos que se organizam em duas fileiras, uma de homens e outra de mulheres. No meio delas ficam os músicos. O início é dado com os homens cantando o “baixão”, acompanhados das palmas dos demais participantes. A seguir um cantador “joga” uma quadra que é repetida por todos. Neste momento um cavalheiro sai de sua fileira e se dirige à dama que lhe fica à frente, fazendo-lhe reverência e voltando ao lugar inicial. A dama o acompanha até o meio do caminho, quando então se dirige a outro cavalheiro retorna também ao seu lugar inicial. Este cavalheiro repetirá a movimentação do primeiro, e a dança assim prossegue até que todos os participantes tenham feito este solo. Os passos não têm marcação rígida, isto é são individualizados. O acompanhamento musical pode ser apenas rítmico, executado em tambor e reco-reco; às vezes também apresenta instrumentos melódicos, como a sanfona e a viola de cocho.
Sudeste
· Quadrilha (todos os Estados) - própria dos festejos juninos, a Quadrilha nasceu como dança aristocrática, oriunda dos salões franceses, depois difundida por toda a Europa. No Brasil foi introduzida como dança de salão que, por sua vez, apropriada e adaptada pelo gosto popular. Para sua ocorrência é importante a presença de um mestre “marcante” ou “marcador”, pois é quem determina as figurações diversas que os dançadores desenvolvem. Observa-se a constância das seguintes marcações: “Tour”, “En avant”, “Chez des dames”, “Chez des Chevaliê”, “Cestinha de flor”, “Balancê”, “Caminho da roça”, “Olha a chuva”, “Garranchê”, “Passeio”, “Coroa de flores”, “Coroa de espinhos” etc. No Rio de Janeiro, em contexto urbano, apresenta transformações: surgem novas figurações, o francês aportuguesado inexiste, o uso de gravações substitui a música ao vivo, além do aspecto de competição, que sustenta os festivais de quadrilha, promovidos por órgãos de turismo.
Nordeste
· Maculelê (BA) – bailado guerreiro desenvolvido por homens, dançadores e cantadores, todos comandados por um mestre, denominado “macota”. Os par-ticipantes usam um bastão de madeira com cerca de 60 centímetros de comprimento. Os bastões são batidos uns nos outros, em ritmo firme e compassado. Essas pancadas presidem toda a dança, funcionando como marcadoras do pulso musical. A banda que anima o grupo é composta por atabaques, pandeiros, às vezes violas de doze cordas. As cantigas são puxadas pelo “macota” e respondidas pelo coro.




 7.2) Criação de Diálogo
         
Conversa entre representantes das cinco regiões do Brasil.
                                           
Certo dia numa excursão turística ao centro do país, se encontraram um gaúcho, um  mineiro, um mato grossense , um nortista e um nordestino. Conversaram muito durante a viagem e as conversas eram mais ou menos assim:
-Ba tchê como aqui é quente!!-gaúcho falou.
-Ocê não sabe como é lá em casa, uma quentura. Mineiro afirmou.
-Pelo menos não ta chovendo como em Cuiabá meu! Afirmou o Centro-Oestista.
O gaúcho se animou e deu continuidade  a prosa durante a excursão e muito animado disse:
- Então, viventes de outros pagos desse nosso Brasil, lá no Sul, como temos  muitos coxilhas, criamos muito gado e nosso meio de transporte no campo é o pingo. Em noite de fandango, nos divertimos muito.  Alçamos a perna e dançamos com nosso bem-querer e quando a fome aperta, preparamos um carreteiro de charque que nos deixa repletos de satisfação. 
- Ó xente, pois muito me espanta, amigo gaúcho, cês comem gente é?  Perguntou o nordestino.
- Mas bah, tchê, claro que não, carreteiro é uma comida feita com arroz e  carne salgada, parecida com essa tal de carne  seca que tu comes. O charque é carne de gado salgada. Uma tradição no Rio Grande. De sobremesa arroz doce e pé de moleque.
- Pois xente, num  tô dizendo que eles comem gente? Falou o nordestino.
 O gaúcho então explicou: -Calma vivente, que pé de moleque é rapadura com amendoim.
- Oxe, mas que tá dicífil de eu mais tu se entendê, heim ? Falou o nordestino.
 O nortista então, resolveu participar da conversa:
-  Meus amigos,  lá no norte, somos de rocha. Pra não levar um farelo, nós vigiamos bem o que comemos pra  não dá uma de  zé ruela.  Se quiser fazer m amigo rapidinho, paga uma ai e umboibora,  que tá feita a camaradagem. Dança pra nós é o maçarico. O bolo de mandioca é prato típico de nossa região. 
- Lá na região centro-oeste,  a gente resolve a nossa  larica é com bolinho de arroz feito no capricho. Arroz- de- festa num embarrera, não, pega o beco. Bocó de fivela, não arranja cacho, e muito menos filé pra dançar o Siriri.  Falou o representante da região. 
- Pois  lá  no   sudeste, disse o paulista,  nós tamo  atolado. Mas é  tanto trampo, que só de pensar dá vontade de ficar dormindo,  uma correria só. O tempo é curto pra tricotá. E no trânsito então,  só  pé de breque. Chega a ser xarope. Comida típica  mesmo já virou  marmitex.
O gaúcho não se aguentou e lascou:
- Quer dizer que vocês se divertem vendo ladrão dançar? Sim, porque lá no Sul, quadrilha é um bando de ladrão.
- Se avexe não, falou o nordestino, pra eles essa dança de quadrilha veio lá dos salões da França.
O mineiro não pode conter a indignação:
- É isso mesmo, ôces, acham que casadiquê nóis ia dançar com ladrão? Se enxergue homi.
O motorista do ônibus se perdeu na estrada em Minas  e o mineiro , que conhecia a região resolveu ajudar:
 -Olha “ocê” vai até o final da rua lá você vai passar por um “quejim” e vai dá de cara com esse lugar.
 -Brigada. Respondeu o motorista, sem entender o que era quejim. O mineiro então explicou:
- “quejim” conhecido como “balão” e em outros lugares é conhecido como “rotatória” (em Goiânia). 
Para evitar mais confusões, o nordestino resolveu encerrar a conversa por  hora.
- Antes que se dê um balaio de gato,  mesmo assim, vou tentar me fazer entender.  Em nossa região, quando alguém bate a caçoleta é um chororô só. A carne de sol é o que nos dá sustança. Também tem vatapá, acarajé e a cocada, um doce pra lá de bom, já que existe muito coco em nossa região. Gostamos  de dançar o maculelê um bailado guerreiro dançado por homens e cantadores comandados pelo macota.  
-Oxente terminamu Mainha, comenta aê visse? Encerrando a conversa um baiano.
A viagem tinha chagado ao fim.
Essa  foi uma maneira que achamos de mostrar que podemos nos comunicar até nas diferenças de sotaques pois é isso é que dá a beleza ao nosso país.




Regiões Brasileiras
Receita
Sul
  • 1 Kg de charque
  • 4 colheres sopa de óleo
  • 2 cebolas picadas
  • 2 dentes de alho amassados
  • 2 xícaras de arroz sem ser lavado
  • 3 colheres de salsa picada

MODO DE PREPARO

1.     Um dia antes, lave bem a carne em água corrente, corte em cubinhos, cubra com água e deixe de molho até o dia seguinte, trocando a água umas três ou quatro vezes, no mínimo;
2.     Jogue fora a água e aqueça uma panela e aqueça o óleo, frite a cebola e o alho, mexendo sempre;
3.     Quando a cebola dourar levemente, sem queimar, acrescente a carne, e mexa até a carne dourar e fritar;
4.     Junte o arroz e frite nesse refogado mexendo sempre para não pegar no fundo da panela;
5.     Cubra com água fervente até três dedos acima do nível do arroz e misture bem;
6.     Ajuste os temperos, para de mexer, reduza o fogo e deixe cozinhar com a panela tampada até o arroz ficar macio;
7.     Se no final do cozimento o arroz ficar seco, junte mais água fervente, desligue o fogo, tampe a panela e deixe terminar de cozinhar no próprio vapor;
8.     O Carreteiro deve ser apreciado bem molhadinho;
9.     Acrescente salsa picada e sirva na própria panela.
Norte
04 ovos
03 xícaras de açúcar
01 xícara de trigo
02 xícaras de mandioca (aipim) crua ralada (Ralo grosso, tipo batata palha)
01 pitada de sal
04 colheres (sopa) de manteiga
100g de coco ralado
01 copo de leite
01 colher (sopa) de Fermento em pó

Modo de Preparo:

Bata bem o açúcar e a manteiga, acrescente as gemas. Acrescente em seguida o coco ralado, a mandioca (aipim), o trigo e o fermento em pó dissolvido no leite. Bata mais um pouco e acrescente as claras batidas em neve. Assar em forno pré-aquecido, numa forma retângular untada e polvilhada com trigo. + ou – 40 min para assar.
Centro-Oeste
uma xic de arroz cozido
3 ovos
sal a gosto
1 cebola média ralada
1 maço de temperinho verde
farinha até dar ponto (uma massa meio mole e cremosa).
e é isso depois é só fritar em gordura quente.
Sudeste
1 copo de óleo
1 copo de leite 
1 colher (sopa) de sal
5 copos de polvilho azedo
2 copos de queijo ralado
3 ovos

Modo de fazer
Coloque o óleo, leite e sal em uma panela para ferver. Em uma tigela, despeje esse líquido quente sobre o polvilho. Amasse bem e coloque os ovos e o queijo, amassando novamente. Faça bolas com a massa e as coloque em uma assadeira untada com manteiga. Asse em forno quente até dourar.
Nordeste
1 lata de leite condensado
1 medida (mesma da lata) de leite
2 pedaços de canela em pau
3 cravos-da-índia
1 coco fesco ralado

MODO DE PREPARO:Numa panela, misture o leite condensado, o leite, a canela, os cravos e o coco. Leve ao fogo baixo por cerca de 15 minutos. Retire do fogo, deixe esfriar e leve à geladeira (se quiser, passe a mistura para um pote).


 
 
 
 

7.5) Calendário Brasileiro de Festas Regionais

Mês
Festa Regional
Janeiro
Festa do Bonfim (Nordeste)
Fevereiro
Festa dos Navegantes (Sul)
Festa de Iemanjá (Nordeste)
Março
Festa da Uva (Sul)
Abril
Festa do Divino Espírito Santo (Centro-Oeste)
Maio
Vaquejada (Nordeste)
Junho
Festival de Inverno (Brasília/DF)
Festa do  Boi-Bumbá (Norte)
Festa Junina (Sudeste)
Julho
FORTAL – Maior Micareta do Brasil (Nordeste)
Agosto
Festa São Joaquim (Norte)
Festa do Peão Boiadeiro (Sudeste)
Setembro
Festa do Tucunaré (Norte)
Vaquejada em Caruaru (Nordeste)
Semana Farroupilha (Sul)
Outubro
Folia de Reis (Sudeste)
Círio de Nazaré (Norte)
Orktoberfest (Sul)
Novembro
MUNCHENFEST (Sul)
Dezembro
Natal Luz (Sul)