terça-feira, 8 de maio de 2012

Tarefa nº02/2012 - Cultivando a gentileza e a sensibilidade...


No mês de abril... entre os diversos trabalhos realizados sobre gentileza. Em destaque, três deles, como: Claudia Bruno (Professora de Arte-Educação), Isaura (Professora do JB3) e Patrícia (Coordenadora do LIAU) muito contribuíram para o cultivo da gentiliza em nossa escola com trabalhos de sensibilização.

Projeto: Pintura de Porta com Professora Claudia Bruno.







A proposta da IV Gincana Solidária da SMEd, promovendo a cultura de palavras gentis, bem como sensibilizar seus usos por todos complementa o Projeto de Arte-Educação da Professora Claudia Bruno em nossa escola.  A ideia de espalhar por todo o espaço escolar palavras de gentileza e positivas para incentivar a pensar, sentir e agir, compreendendo o significado dessas palavras e torná-las visíveis a todos. O trabalho para expor as palavras iniciou nas turmas C22,C23 e C24, onde os alunos escreveram, utilizaram o colorido e recortaram as palavras escritas para serem coladas. O lugar e a proposta para colagem das palavras foram às portas das salas de aula para iniciar o projeto com a pintura e colagem das palavras na porta da sala de aula da turma C22, intencionando o incentivo de pensar que quando você passa pela porta está entrando no lugar onde existe gentileza, amizade, carinho. O trabalho ainda não acabou... em continuidade, cada dia,  colando novas palavras e outras turmas continuarão a realizar o projeto. 

 Projeto: "Era uma vez, no 'Chapéu', um lindo jardim..." com a Professora Isaura.

Participando da Campanha pela equipe da Escola, a professora referência do JB3, Isaura Barbieri, e seus alunos, no turno da tarde, vêm registrar as iniciativas empreendidas para a realização da tarefa 1, concernente a reflexão sobre as formas de se relacionar com os colegas e demais pessoas na escola, no 1º Eixo – promovendo as relações numa Escola Fraterna e solidária. Essas ações sobre as relações no ambiente escolar e para além, colocam o próprio aluno, como construtor de cidadania e de conhecimento, quando ele promove e participa de situações de boa convivência, exercitando boas maneiras em harmoniosa relação no grupo.
A cultura como desencadeadora de conhecimentos prévios e cotidianos, permite que os alunos atuem de forma natural, possibilitando uma interferência docente segura e conciliadora. Questionar os alunos num Projeto de Paz com as palavras mágicas, para uma convivência social mais feliz e sadia, nos coloca à vontade para falarmos de como vivem nossas crianças? Quais são suas vontades e jeitos de ser e estar no mundo? De como é a sociedade que se quer formar, a partir do que se tem? Da discussão mais aberta de o que se pode e o que não se pode fazer para se ter uma vida legal e uma convivência mais harmoniosa e salutar. Praticar atos de boas maneiras seria o princípio para essa concretude tanto na escola, lugar de convívio social e cidadania quanto fora dela, na vida em comunidade. Então, vamos a eles!
Após a contação de duas histórias da literatura infantil, nos vimos numa reflexão sobre a temática das boas maneiras através de Palavrinhas Mágicas, que as crianças já conhecem e que aparecem em seu cotidiano de forma velada e não tão visível. Como muitas tem vergonha de se expressarem, fui exemplificando ações e contexto, solicitando a intervenção das crianças para suas soluções. Minhas perguntas iam direcionando os alunos e instigando-os, cada vez mais, a responder-me de acordo com as normas de convivência construídas e vivenciadas pela turma.
Para despertar as ações infantis, lançamos mão do contexto lúdico e social das crianças, através da própria ação delas numa teatralização de fatos e acontecimentos do seu cotidiano, no qual deveríamos nos expressar com boas maneiras, usando as palavrinhas mágicas evidenciadas na rodinha e nos contos vivenciados em sala de aula. Eis algumas delas:
_ Peça sempre licença, antes de interromper alguém.
_ Peça licença, antes de entrar em qualquer sala.
_ Ao chegar ou sair, sempre cumprimente as pessoas. Bom dia, boa tarde, boa noite.
_ Fale baixo, afinal tu não queres atrapalhar a outras pessoas.
_ Quando for pedir algo a alguém, sempre diga, por favor!
_ Muito obrigado (a), maneira educada de demonstrar gratidão e reconhecimento pela outra pessoa.     
Tanto em sala de aula quanto na pracinha, tentamos expressar momentos nos quais essas Palavrinhas Mágicas de fazem necessárias, como: 
Quando uma coleguinha cai: primeiro, vemos se ela não se machucou, depois a auxiliamos a se levantar. A colega nos agradece com um sonoro: - Muito obrigada! E eu lhe respondo: - Não há de quê!


Num bar, perto de nossa casa, quando vamos comprar qualquer coisa que nossa mãe solicita, dissemos: - Por favor, me dá dez pães! Ou, ainda:
                                    - Por favor, quero uma lata de azeite!




  Em uma situação num outro bar, que serve comida, uma pessoa está impedindo a passagem e a transeunte chama a sua atenção: - Com licença moço, preciso passar.
O rapaz lhe responde: - Desculpe senhora, não tinha lhe visto.


Em diferentes outras situações do nosso dia-a-dia que necessitamos das Palavrinhas Mágicas, como na escola, no ônibus, nas filas de supermercados, nos bancos, nas padarias e bares, nas praças, nas feiras livres, nos consultórios médicos, enfim, na nossa vida!


Dois colegas estão caminhando, quando um deles joga papel no chão. - Ei, amigo, porque tu deixastes o papel no chão, pergunta a menina.  – Pôxa, eu nem percebi que joguei o papel!, desse o menino. Então vamos juntar, convidou a menina, porque o lugar de lixo é no lixo!

  

   Num ônibus cheio, quando estamos sentados e uma senhora com o bebê no colo se aproxima, cedemos o banco para ela se sentar. A senhora agradece: - Muito obrigada!
Ou mesmo uma outra pessoa idosa, na mesma situação, também tem o privilégio da cedência do banco. Igualmente, o idoso agradece a gentileza: - Muito obrigado! Com a resposta da pessoa que cedeu: - O senhor merece!


Quando estamos brincando e esbarramos em alguém, temos que pedir desculpas e sermos gentis para com os colegas, numa harmonia saudável e feliz!!


 Nas filas da escola, há situações que precisamos de Palavrinhas Mágicas para nos comunicarmos. Como é bom sermos educados e gentis!



Praticando atos de boas maneiras, através de Palavrinhas Mágicas, numa cultura de Paz e Solidariedade, nossas vidas serão mais plenas de amor e fraternidade, com respeito a outras pessoas e a nós mesmos. A busca de soluções e reconhecimento para os nossos conflitos diários nos trará qualidade de vida cidadã e ética em nossa escola e comunidade. Como já dizem por aí, gentileza gera gentileza!




Foram plantadas as seguintes Sementinhas no Jardim do ‘Chapéu’:
         Obrigada (o)!
          De nada!
Por favor!
          Desculpe (a)!
          Com licença!
          Bom dia!
          Boa Tarde!
           Boa noite!
          Tu és legal!
          Amigo (a)
          Amizade
Respeito
          Estás linda!
          Melhor amigo!
          Te amo...
          Se machucou?
          Oi!
          Amor
          Perdão
Felicidade
          Feliz      
Maravilhoso
 Todos nós esperamos que essas sementinhas dêem muitos frutos e flores muito lindas!


Projeto: Semana Indígena com a Professora Patrícia Russo.










Entre as atividades da I Semana Indígena do Chapéu, realizada pela Cia. Ambiental Chapéu do Sol com parceria do Grupo Baobá, foram oferecidas Hora do Conto, Sessão de Vídeo Comentadas e Oficinas de Criação com o uso de tinturas naturais. A temática abordada juntamente com a indígenas foram os conceitos de amizade (ABARÈ significa amigo em Mbyà-Guarani - Hora do Conto I Ciclo), RESPEITO e AUTONOMIA entre as crianças indígenas na hora das brincadeiras( Sessão de Vídeo: Depois do Ovo, à Guerra - Etnia Panará - III Ciclo), EDUCAÇÂO e Valorização dos mais velhos (Sessão de Vídeo: Arandurã- aprendendo na aldeia - II Ciclo). E contemplando todo o evento  a colaboração e a partilha de conhecimentos entre os professores e funcionários da escola, com valorização da etnia Mbyà- Guarani na pessoa da D. Jandira funcionária da cozinha. Além disso, ocorreram também troca de experiências de duas escolas municipais que prestigiaram o evento: Emef Anisio Teixeira e Emef São Pedro A Semana atendeu entre todos os públicos uma média de 500 pessoas da comunidade. Vale lembrar que desde o processo de organização, montagem e execução os alunos da Cia. Ambiental participaram ativamente com o seu protagonismo, estando à frente das atividades oferecidas.

Nenhum comentário:

Postar um comentário